{"id":1916,"date":"2020-03-29T21:09:25","date_gmt":"2020-03-30T00:09:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.joatanfontoura.com\/blog\/?p=1916"},"modified":"2021-04-21T18:17:07","modified_gmt":"2021-04-21T21:17:07","slug":"escravos-do-tempo","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.joatanfontoura.com\/blog\/reflexao\/escravos-do-tempo\/","title":{"rendered":"Escravos do tempo"},"content":{"rendered":"\n<p>O tempo \u00e9 o nosso norteador. \u00c9 por meio dele que acordamos, vamos para o trabalho, participamos de reuni\u00f5es, almo\u00e7amos, sa\u00edmos do trabalho, jantamos e vamos dormir. Se n\u00e3o houvesse o tempo para nos controlar e tamb\u00e9m os compromissos nos for\u00e7ando seguir esta dire\u00e7\u00e3o, certamente nossa rotina seria uma bagun\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas assim como o tempo nos gerencia, acabamos sempre ref\u00e9ns dos limites impostos por ele. Com toda a sua autoridade, maestria e principalmente ligeireza em avan\u00e7ar, ficamos cada vezes mais aflitos com o risco que corremos quanto ao n\u00e3o cumprimento de prazos, e com isso, o n\u00e3o atingimento de metas estipuladas para uma semana, m\u00eas ou at\u00e9 mesmo ano.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"451\" src=\"http:\/\/www.joatanfontoura.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/tempo.jpg\" alt=\"tempo\" class=\"wp-image-1920\" srcset=\"http:\/\/www.joatanfontoura.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/tempo.jpg 800w, http:\/\/www.joatanfontoura.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/tempo-300x169.jpg 300w, http:\/\/www.joatanfontoura.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/tempo-768x433.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption><center>Tempo<\/center><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Particularmente eu sou um grande cr\u00edtico do tempo. Por mais que tente me organizar, a impress\u00e3o de que as semanas passam r\u00e1pido demais \u00e9 constante e acabo frustrado ao colocar na balan\u00e7a a quantidade de atividades que desejo executar em um dia <em>versus<\/em> o per\u00edodo que tenho para me dedicar a isso. <\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo que 24 horas pare\u00e7am suficientes para seguir um roteiro de tarefas, quando se tem muito trabalho, o tempo \u00e9 relativo <a rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\/\/super.abril.com.br\/ciencia\/o-que-e-a-teoria-da-relatividade\/\" target=\"_blank\">como na teoria de Einstein<\/a>. No entanto, ao inv\u00e9s de haver um objeto se locomovendo em alta velocidade, para o qual, o tempo passaria mais devagar, existe um indiv\u00edduo imerso em diversas demandas, e com isso, acaba percebendo os minutos passarem mais depressa na medida que se envolve na pilha de obriga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando n\u00e3o se deseja que o tempo passe,  como em um fim de semana, por exemplo, novamente por haver afazeres e tarefas inacabadas ou simplesmente h\u00e1 o desejo de aproveitar junto da fam\u00edlia ou dos amigos, mais uma vez ele passa depressa demais diante da nossa percep\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>De um modo geral, mesmo com todo o cunho negativo que essa afirma\u00e7\u00e3o possa carregar, n\u00e3o podemos negar que passamos de meros escravos do tempo, presos no que ele nos obriga, vivendo e agindo conforme ele nos permite.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O tempo \u00e9 o nosso norteador. \u00c9 por meio dele que acordamos, vamos para o trabalho, participamos de reuni\u00f5es, almo\u00e7amos, sa\u00edmos do trabalho, jantamos e vamos dormir. 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