{"id":42,"date":"2012-07-25T00:55:17","date_gmt":"2012-07-25T00:55:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.joatanfontoura.com\/blog\/?p=42"},"modified":"2012-07-30T02:56:21","modified_gmt":"2012-07-30T02:56:21","slug":"o-comeco","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.joatanfontoura.com\/blog\/textos\/o-comeco\/","title":{"rendered":"O Come\u00e7o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Todo o in\u00edcio \u00e9 dif\u00edcil. Parece que temos um certo receio do novo, de algo ou algu\u00e9m que ainda n\u00e3o conhecemos. As vezes ficamos nervosos com o come\u00e7o, nunca se sabe ao certo o que fazer, como agir, com quem falar ou o que perguntar. As d\u00favidas borbulham em nossa mente, mas ao mesmo tempo nos sentimos travados e acabamos nem ao menos sabendo quais s\u00e3o nossas d\u00favidas ou simplesmente como e pra quem perguntar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas com o passar do tempo, com o passar dos dias, vamos nos habituando ao novo ambiente, as novas situa\u00e7\u00f5es, aos novos problemas que s\u00e3o apresentados. J\u00e1 conhecemos melhor as pessoas, a rotina que vamos levar e quais atribui\u00e7\u00f5es vamos receber. Contudo, ainda estamos em fase de adapta\u00e7\u00e3o. Somos observados o tempo todo por tudo e por todos, afinal, ningu\u00e9m ainda \u00e9 nosso amigo, e ao mesmo tempo, todos s\u00e3o nossos conhecidos.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.joatanfontoura.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/welcome_carpet.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-43 aligncenter\" title=\"welcome_carpet\" src=\"http:\/\/www.joatanfontoura.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/welcome_carpet-300x163.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"163\" srcset=\"http:\/\/www.joatanfontoura.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/welcome_carpet-300x163.jpg 300w, http:\/\/www.joatanfontoura.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/welcome_carpet.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos n\u00f3s j\u00e1 encaramos esse tipo de situa\u00e7\u00e3o alguma vez em nossas vidas. Seja na escola, no trabalho ou na faculdade. O primeiro dia a gente nunca esquece. Ao menos pra mim, todos os meus &#8220;primeiros dias&#8221; est\u00e3o registrados na minha mem\u00f3ria, e vou levar comigo pra o resto da vida. O nosso c\u00e9rebro \u00e9 inteligente e conhece como ningu\u00e9m nossos registros, sabendo o que deve ser taxado como &#8220;alta prioridade&#8221;, reservando sempre um espa\u00e7o seguro para essas lembran\u00e7as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alguns tem mais facilidade com o novo, trabalham melhor com as novidades propostas. Outros j\u00e1 tem mais receio, ficam mais apreensivos e nervosos. Mas uma coisa \u00e9 inevit\u00e1vel: o friozinho na barriga. Uma rea\u00e7\u00e3o desenvolvida pelo nosso corpo diante de derminada situa\u00e7\u00e3o. Contudo \u00e9 passageiro, mais passageiro ainda que o fato de sermos chamados de novatos, caracter\u00edstica que em breve tamb\u00e9m perdemos, passando o cargo para o pr\u00f3ximo novato, quem tamb\u00e9m vai passar pelo mesmo processo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bom, acho que nada melhor que descrever sobre &#8220;o come\u00e7o&#8221; nesse primeiro texto do blog. E fica registrado aqui, em minha mem\u00f3ria, assim como em formato de postagem publicamente, mais um &#8220;primeiro dia&#8221;, contanto a partir de agora o in\u00edcio do per\u00edodo de adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Todo o in\u00edcio \u00e9 dif\u00edcil. Parece que temos um certo receio do novo, de algo ou algu\u00e9m que ainda n\u00e3o conhecemos. As vezes ficamos nervosos com o come\u00e7o, nunca se sabe ao certo o que fazer, como agir, com quem falar ou o que perguntar. 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