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40 dias de home office

Depois de 40 dias trabalhando no regime de home office ou como alguns têm dito, “teletrabalho”, o que me parece um termo antiquado, mas tudo bem, ontem fui até a sede da empresa. A intenção da “visita“ foi fazer a vacina contra a gripe, pois assim como faz todos os anos, a companhia conseguiu doses para todos os funcionários.

Não há outra palavra pra descrever a sensação que senti ao entrar pelo portão, se não, estranheza. Tive a impressão que faziam 3 meses e não apenas 40 dias desde a última vez que estive lá. O ritmo frenético do trabalho remoto fazem parecer que as semanas estão passando mais rápido do que o normal. Aliado a isso, temos as mudanças constantes que já são de praxe na empresa, sempre readequando o layout dos ambientes e realocando o espaço fisco, mesmo nessa época de crise causada pela pandemia, o que é um ponto muito positivo, pois a organização não para de crescer e contratar mais gente. Diante disso, o retorno ao meu habitual local de trabalho, apesar de encontrar poucas pessoas nas salas e corredores, fez parecer que passou mais tempo do que parece.

Como um benefício, desde o ano passado o RH já nos oferece um dia na semana para que façamos home office, se assim desejarmos. Apesar de ver isso como uma vantagem interessante e feliz por saber que ela existe, pouco havia desfrutado desse recurso até o momento, pois estava preferindo não associar trabalho com casa, mesmo que no passado, ainda quando eu trabalhavam em outra área, já havia atuado várias vezes nesse modelo, principalmente a noite ou nos finais de semana quando necessitava executar alguma atividade de sobreaviso, por exemplo.

Meu espaço de home office

No entanto, agora sendo “forçado” ao home office, depois de todos esses dias, posso dizer que estou gostando bastante da experiência e não me importo de ficar trabalhando assim durante o tempo que precisar. Posso acordar um pouco mais tarde do que se tivesse que sair de casa, consigo almoçar com mais tranquilidade enquanto assisto alguma coisa na TV e logo que o expediente acaba, não preciso enfrentar nenhum deslocamento, podendo me dedicar a alguma leitura ou estudo com o tempo que me sobra.

Em todo o caso, não desqualifico e sigo considerando muito necessário todo o approach humano que o time no qual trabalho sempre prezou. Portanto, assim que a situação voltar ao normal, obviamente quero seguir na rotina com a qual estamos acostumados, trabalhando e interagindo fisicamente com meus colegas. No entanto, passarei a considerar com mais frequência a possibilidade de trabalhar de casa na medida do possível, visto que além de proporcionar um tempo a mais no meu dia, reflete também mais foco e qualidade de vida.

Pessoa preguiçosa para um trabalho difícil

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“Eu sempre escolho uma pessoa preguiçosa para fazer um trabalho difícil. Porque ela encontrará uma forma fácil de fazê-lo.” – Bill Gates

Fonte: Portal Administradores via Instagram

10 coisas que não exigem talento

10_coisas_que_nao_exigem_talentoSer pontual | Ser ético no trabalho | Empenho | Linguagem corporal | Energia | Atitude | Paixão | Vontade de aprender | Fazer mais que o esperado | Estar preparado

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“Eu faço!” E nós como fica?

Fazem 34 anos que meu pai trabalha na mesma empresa. Por 25 anos ele é gestor de uma equipe com mais de 20 pessoas. Observando o trabalho dele, principalmente na época que trabalhei nessa empresa, mas em outro departamento, percebi que ele nunca faz referência para algum serviço ou procedimento executado na sua rotina de trabalho descrevendo algo como “eu trabalho dessa forma…” ou “eu faço desse jeito…”, mas sempre “nós trabalhos assim…” ou “nós fazemos dessa maneira…”. Meu pai é consciente que ele sozinho, sem a dedicação e a força da equipe, não conseguiria coisa alguma, ao mesmo tempo que a equipe, sem o conhecimento e a orientação dele, possivelmente também não conseguiria um bom resultado. Outro ponto que admiro é que durante todos esses anos nunca ouvi ele referenciar a equipe que gerencia como “minha equipe”, mas sempre, “nossa equipe”. É uma maneira acolhedora para falar sobre as pessoas com quem ele trabalha e acho isso fabuloso.

trabalho_em_equipe

Meu primeiro emprego foi quando eu tinha 17 anos (faltavam 2 meses pra completar 18 quando comecei um estágio) e hoje com 23 anos, já passei por três empresas. Não tive muitos gestores diretos, basicamente um ou dois em cada empresa, mas minha habilidade de observação e identificação de situações “por tabela” sempre ajudaram na percepção de muitas coisas que julgo erradas. Um exemplo são as situações que descrevi no início do texto. Alguns gestores tem o terrível hábito de carregar somente consigo os méritos pelos resultados da sua equipe. Não compartilham com os demais e quando são perguntados sobre a forma como trabalham, colocam o “eu” em primeiro lugar, esquecendo dos seus subordinados.

Felizmente nas equipes pelas quais passei, incluindo a que faço parte atualmente, isso nunca foi comum, e sempre que acontecia, muitas vezes as próprias pessoas percebiam seus erros ao relatar tal situação. Mas seguindo o que comentei, observando as demais equipes ao redor, ao longo dos anos, já presenciei gestores levando todo o mérito pelo trabalho da sua equipe, sem ao menos tentar privilegiar o seu time ou de alguma maneira dizer que eles também são responsáveis pelos resultados celebrados. Concordo que não estou em posição de dizer o que é certo ou errado no âmbito de gestão, mas tem coisas na vida que não precisamos estudar durante anos e viver por mais alguns pra defender e saber quando alguém está certo ou errado.

O Poder de um Boato

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Como você trabalha?

Se você trabalha por dinheiro, você nunca vai conseguir isso. Mas se você ama o que você está fazendo, sempre colocando o consumidor em primeiro lugar, o sucesso vai ser seu.

Concordo plenamente, só nem tanto com a parte sobre “colocar o consumidor em primeiro lugar”. Acho que essa ideia merece suas ressalvas. Claro que o sustento de qualquer negócio deve estar em primeiro lugar, mas convenhamos, as vezes infelizmente as pessoas abusam.

Fonte: compartilhado por algum contato via LinkedIn

Como trabalhar rápido

Não tem muito o que falar, o negócio é avaliar e verificar se realmente a coisa pode ou deve funcionar dessa forma:

Eu ainda fico com minhas ressalvas, mas…

Fonte: Portal GSTI via Facebook

Novos desafios, novos horizontes

Geralmente quando as pessoas trocam de emprego, na despedida ou justificativa pela mudança, puxam aquela história envolvendo novo desafios, novos horizontes, demonstrando o desejo de mudar. Concordando com o artigo que li meses atrás, e se estou certo foi uma coluna semanal publicada em um jornal local, editada por um escritor aqui da região, que por sinal, apesar de conhecer ele e não concordar com a falta de simpatia dele, gosto da forma como ele escreve, ao menos na coluna, considerando válida a opinião comentada quanto justificar a troca de emprego como “novos desafios, novas expectativas e novos horizontes” é algo que já virou clichê, mesmo que para a maioria das pessoas realmente signifique isso.

A imagem que tem feito mais sentido pra mim nas últimas semanas

E pra não ser menos um, fazem pouco mais de duas semanas que também resolvi jogar tudo para o alto e buscar novos desafios, aproveitando para esclarecer que não estou arrependido, pelo contrário, acho que fiz a coisa certa, saindo de um emprego e entrando em outro. Confesso que não é de família essa motivação por mudanças, mas estou decidido por não deixar que a comodidade cuide da minha vida, não querendo manter apego algum por tradições, apenas respeitando o espaço concedido, assim como as demais pessoas envolvidas em torno do mesmo.

Como funciona um corte de gastos

Perceba o funcionamento (literalmente) de um corte de gastos:

Será que compensa?

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